Quinta-feira, Maio 24, 2007
Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007
Rearranque
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Quinta-feira, Janeiro 25, 2007
SAX ALTO, TENOR e CLARINETE no C JAM BLUES
The Jam Session is really cooking!! Já conta com 3 solos, a saber e por ordem:
1º - sax tenor : Rui Azul
2º - sax alto : Luiz Salsa
3º - clarinete : Luiz Salsa (Brasil).
A secção rítmica ainda se mantém em backing track, mas conto que em breve possa ser constituída por músicos de carne e osso, por isso venham daí, we need some cool cats for the piano, bass and drums, just to jump the place (I mean, the page).
Quanto ao MACK THE KNIFE podem linkar mais abaixo, no título do post, e descarregá-lo, se não estiverem para esperar pelo nosso mail com o respectivo .mp3 anexado.
.......................... ENGLISH ...........................
If you are a MUSICIAN and would enjoy sittin' in, just send an email to jazzworkshop@netcabo.pt
You'll get the .MP3 files with these standards,C JAM BLUES and MACK THE KNIFE backing tracks.
Or you can link on the post title above and download the mp3 files from the audio net hosting site. Then you must record your solo part (3 choruses max) and send us ONLY your instrument recording track, in .MP3 (at 128 kbps - it's lighter to send online), and that's it, you'll be included in this Jam Session. (If you play piano, bass or drums and want to 'mute' one of them on the BACKING TRACK, in order to play and improvise your instrument in a more comfortable way, just tell us, and we'll send you only the other two 'members' of the rhythm section.)
Sexta-feira, Janeiro 12, 2007
secções rítmicas: C JAM BLUES & MACK THE KNIFE
C JAM BLUES backing track trio - piano / bass / drums
MACK THE KNIFE backing track trio - piano / bass / drums
Só as secções rítmicas, sem solos. Este leitor audio não nos satisfaz, graficamente, mas por agora irá servir, até conseguirmos criar um mais cool... A ideia era ficarem com uma noção do "antes" e, após os solos irem sendo adicionados, do "depois"...
Ouçam esta base rítmica através de headphones, gravem os vossos solos para um mini-disc, gravador k7, bobinas, adat, dat, digital, nagra portátil, whatever, convertam essa gravação para .mp3 (a 128 kbps - cbr -e não vbr-), e enviem-na para jazzworkshop@netcabo.pt , ou coloquem-na nalgum host site, indiquem-me o url (endereço) onde está arquivada, e eu farei a mix com a rhythm section que, coitados, estão mesmo a pedir que os solistas apareçam...
Quanto aos baixistas, pianistas e bateristas, de que estão à espera para substituírem os que aqui ouvimos, "criados e manipulados" por mim, a partir de tecnologia MIDI. Não se importarão, creio, ao serem substituídos por músicos de carne e osso (& brains, too...)
Ficamos à espera, e, entretanto vou contactar uma miúda bem inteligente (nem parece pertencer à família que tem...) e que toca sax barítono para colaborar, a ver se começamos a receber solos, finalmente!
Pelo pequeno improviso que ela faz, a meio de um genérico de um programa que passa por vezes na tv, acho que ela tem garra...
Quinta-feira, Janeiro 11, 2007
JAMMIN' THE BLUES
Quarta-feira, Janeiro 10, 2007
Who's that guy?

O super 'saxista' Jimmy Dorsey afirma-o, portanto deve dar resultado tomar o tal de bromo-não-sei-quê antes dos concertos... De resto existe diversa nomenclatura para tais substâncias, e, à laia de "adivinhem quem é", sabem o nome do senhor do meio (que deve ter abusado de uma dessas substâncias) que se encontra na foto à direita do anúncio do "Bean" aos saxes SML, sim, esse à esquerda do que fuma pipe? Quem adivinha? E já agora, o nome dos outros 2? mmmmhh?
Quarta-feira, Janeiro 03, 2007
C JAM BLUES
Enquanto não está pronto o ficheiro audio contendo o "nosso" C Jam Blues, com solos dos membros deste Jazz Workshop (os já inscritos e os que irão inscrever-se a curto prazo), e porque decididamente estava a faltar qualquer coisa neste espaço dedicado ao Jazz em que está lançada uma jam session multimedia ( faltava surgirem mais media: audio, video, bd... ), introduzimos este C Jam Blues captado em 1942, numa jam convocada precisamente pelo seu autor, Duke Ellington. Que esta possa ter o papel de nosso (e vosso) inspirador e incentivador, e não sirva como... intimidador. I think that Duke himself, would love to know how his C Jam old composition is still alive, well remembered, and keeps groovin' through these jazz cats, a bunch of portuguese musicians...
Quinta-feira, Dezembro 28, 2006
miles & trane

Conta quem ouviu uma das conversas que precedeu o afastamento dos dois jazzmen e pôs fim a um dos mais excepcionais quintetos que jamais existiram na História do Jazz, responsável, entre outros imortais registos, pelo incontornável "Kind of Blue", que tudo sucedeu mais ou menos assim:Concordas decerto que para mim e para o Cannonball é incómodo e desmotivador aguardarmos tanto tempo para enfim, podermos executar os nossos solos e expormos o tema, no final... Não?»
Uma energia astral passa a dominar-me, bloqueando a minha capacidade de poder parar quando quiser. É complicado, percebes?... Então, diz-me, como é que paro de solar??»
MD: « É fácil! Assim... tirando o sax da boca! ».
Terça-feira, Dezembro 26, 2006
Fractura cultural....
A questão portuense, e não só portuense, da distância criada entre sociedade e Jazz ao longo do século XX, ainda não sofreu grandes alterações... chamem.me idealista mas acredito piamente que a principal razão para tal fractura deve.se após o nascimento do bop. Eu próprio um grande amante desse estilo e escola, não deixo de pensar que se nos anos 40/50 levou a um afastamento gradual do público dos clubes de Jazz, esse afastamento teria sido mesmo inevitável se pensarmos noutros estilos e escolas de música que sofreram com a ascenção da beatlemania e afins.
A solução passados uns meros 60 anos, seria- mera opinião - uma tentativa por parte da comunidade artística de uma reaproximação musical, porque ao longo de 60 anos muito mudou, e toda uma geração ou mais, esqueceram.se da sensação que é estar frente a um quinteto ou mesmo uma big band a tocar desenfriadamente e de forma apaixonada....acreditem em mim, uma pessoa não só fica com calor e sua, como há uma inexplicavél energia que nos percorre o corpo que não nos deixa ficar passivos. Toda uma sociedade vive e respira os sons e não a música. "Bom som esse, quem é?" inumeras vezes ouvimos tal questão... e de facto chamem.me conservador ou qualquer coisa do género, mas é impressionante como existe de facto uma receita para os tempos contemporaneos de como criar um espaço cultural nocturno, senão vejamos, comprem ou aluguem o vosso espaço no centro da vossa cidade, peçam a um ou mais personagens conceituados para vos decoraram de forma retro-pop o espaço, e a parte mais importante, não se esqueçam de cobrar 10 a 20 euros por entrada, e acima de tudo mantenham o ar de espaço "elite", de exclusivo.... depois por favor atribuam.me uma comissãozita de 15% que já me contento. Eu sei... mas é verdade, de facto já observei mais de meia dúzia de espaços assim no porto que não só, sobreviveram como se tornaram espaços de culto. E nesses mesmos espaços o que se vive e consome não é música mas sim sons articulados numa boa ou má mesa de som por individuos que nada tem haver com a música, nem nunca assumiram como tal, não passando de disc jockey (vulgo em português traduzido à bruta, "põe discos"). Enfim perdoem.me este texto sem sentido e estrutura, apenas um desabafo após um longo e agradavél fim de semana Natalício. Boas festas a todos e obrigado Rui por esta tão interessante JAM!
Segunda-feira, Dezembro 25, 2006
INTERVALO
DURANTE O INTERVALO TEMOS O PRAZER DE APRESENTAR UMAS REFLEXÕES LAPIDARES ACERCA DO JAZZ E DA MÚSICA.
- oferta do nosso patrocinador, os LUBRIFICANTES KRRNHHECK! -
a melhor solução para exterminar rangidos, feedbacks e outros ruídos - indicado para pedais de bombo e hi-hat, pistons de trompete, varas de trombone e todo tipo de som que o sax de Kenny G possa emitir, incluindo as notas...
• In opera, there is always too much singing Claude Debussy
• Never look at the trombones, it only encourages them Richard Strauss
• What Stan wants, Stan Getz it. Adriana Duarte (José Duarte's daughter)
• When she started to play, Steinway himself came down personally and rubbed his name off the piano Bob Hope, on comedienne Phyllis Diller
• There are still so many beautiful things to be said in C major. Sergei Prokofiev
• Don't be sharp, don't be flat, just B Natural unknown
• Some days you get up and put the horn to your chops and it sounds pretty good and you win. Some days you try and nothing works and the horn wins. This goes on and on and then you die and the horn wins Dizzy Gillespie
• After silence, that which comes nearest to expressing the inexpressible is music. Aldous Huxley

Domingo, Dezembro 24, 2006
o triunfo do jazz
«... o jazz conquistou uma élite e um enorme público. Surge na nossa cultura como um fenómeno de que não seria possível subestimar a importância. Há quem diga que apenas durará um certo tempo. Ora, esse tempo, já considerável, parece longe de estar no fim. Também se disse
que tinha poucos recursos, mas dividiu-se em escolas e nunca deixou de evoluir. Mas o que é que não se disse? .../... Desaprovaram severamente o triunfo da sensualidade no jazz porque os Ocidentais a atingiram, muitas vezes, por vis processos dionisíacos. Recusaram-lhe toda a possibilidade de elevação porque eram incapazes de aperceberem a altura em que plana com majestade a trompete de Miles, o piano de Tatum, o contrabaixo de Mingus; Na verdade, mais do que o cubismo, o jazz, ao dirigir-se àquilo que, em nós, tinha sede de vigor, conseguiu-o bem mais do que o surrealismo, que foi um beco sem saída, e veio solicitar, segundo uma expressão de Jean-Paul Sartre, a parte mais livre de nós mesmos.
Ao exprimir o drama negro, ilustrou as inquietações e os anseios dum mundo em confusão. Musicalmente falando, descreveu, e continua a descrever, uma história apaixonante, que o estudo dos seus maiores criadores fará realçar... » Lucien Malson



